sábado, 10 de outubro de 2009

ONCOLOGIA: DOENÇA TERMINAL

Monike Lima Capitani

RESUMO

O doente terminal passa por dois tipos de tratamento o curativo e o paliativo, no tratamento curativo e, mas do que a própria doença e o doente, ou seja, visa investigação, o diagnostico , acura e o aumento do tempo de vida torna o foco de tal abordagem. O paliativo é direciona para aqueles pacientes em que seu estado de saúde está em fase terminal ajudando assim seus familiares e o próprio paciente, psicologicamente e ajudando na melhoria da qualidade de vida nessa fase final.

Palavras-chave: pacientes, curativo, paliativo, câncer, tratamento.

ABSTRACT

The terminal patient goes by two treatment types the curative and the palliative, in the healing treatment and, but than the own disease and the patient, in other words, you/he/she seeks investigation, I diagnose him/it, you/he/she perfects and the increase of the time of life turns the focus of such approach. The palliative is addresses for those patients in that his/her health condition is in terminal phase helping like this their relatives and the own patient, psychologically and helping in the improvement of the life quality in that final phase.

Key-words: patient, curative, palliative, cancer, treatment.

Paciente com câncer terminal está no estágio da doença em que não há mais possibilidade de se restabelecer a saúde, evoluindo para a insuficiência de órgãos e eminência de mote, sendo a eles dirigidos tratamentos que ajudam no alivio da dor e da depressão.

A medicina tem passado por profundas mudanças na forma em que cuida dos pacientes com câncer terminal, segue dois modelos: o modelo curativo e o modelo paliativo. Sendo que no modelo curativo é o tratamento físico e patológico da doença, enquanto o paliativo tem como objetivo, o alívio da dor e da depressão. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS):

"(...) cuidados paliativos são uma abordagem que objetiva a melhoria do paciente e de seus familiares diante de uma doença que ameaça a vida.”

Essa avaliação se deve, pois o tratamento paliativo ajuda esses pacientes terminais, sendo a ele dirigidos cuidados que melhorem a qualidade de vida, como o alivio da dor e o tratamento psicológico, e dão auxilio aos parentes que não sabem como lhe dar com uma doença que ameaça a vida.

Para a maioria doa médicos, quando os recursos do modelo curativo esgotam os pacientes são dados como “perdedores”, onde nada mais pode ser feito, a partir deste momento a o inicio de uma morte “social” anteciparia a uma morte biológica. Na visão destes profissionais os modelos paliativos são considerados uma alternativa de tratamento, quando as opções existentes do modelo curativo acabam. Com a incurabilidade do câncer e consequentemente seu avanço, os pacientes evoluem com sintomas graves de ordem físicas, psicológicas e emocionais.

As necessidades dos pacientes terminais são diferentes daqueles que podem recorrer da sua doença, na fase final quando o paciente tem pouco tempo de vida o propósito do tratamento deve ser de paliar, esse período de transição entre o tratamento curativo para o paliativo, tanto para o paciente quanto para os profissionais da área da saúde.

O PERÍODO DE CUIDADOS TERMINAIS

É aquele onde há evidencia de avanço de câncer maligno, na qual o tratamento aplicado não pode aumentar o tempo de vida de forma significante, os pacientes podem se encontrar nesse estado já na fase de diagnóstico ou então no período de tratamento. O período de cuidados terminais é uma importante dos cuidados paliativos.

Andréa Y. Kumrashima, hospital do câncer A.C criou uma espécie de escore que quantifica por meios de notas numéricas, o quadro clinico do paciente com base em variáveis como os próprios sintomas e os tipos de câncer e tumor

Andréa realizou estes estudos com 70 pacientes com câncer fora de possibilidade de terapia curativa. Acompanhou durante quatro anos pacientes que tinham idades entre 0 a 29 anos, para determinar quais são os fatores que influenciam no tempo de vida. Foram analisados em três características.

Primeira em pacientes que são cuidados pela mãe normalmente sobrevive mais tempo.

Outra característica é a avaliação do paciente em sua casa, onde seu comportamento seja avaliado pela pessoa responsável. Isso porque muitos médicos acabam errando quando classificam um quadro de fase terminal muito, mas avançada do que este erro que acaba acontecendo, pois a maior parte das vezes, o contato médico fica restrito na hora da consulta.

A última característica é saber quando o paciente tem anemia durante o inicio do tratamento paliativo, que são os procedimentos onde não possui intenção de cura.

Com a somatória destes fatores os médicos conseguem estipular probabilidade, em porcentagem de paciente estiver vivo em 60 dias após o inicio do tratamento paliativo, se a probabilidade der menor eles sabem que terão que correr contra o tempo e dá auxilio psicológico aos familiares.

O final da vida e difícil, porém necessário. Não é fácil saber quando o paciente entra no período terminal final. O começo da fase terminal como o período em que as metas estabelecidas primariamente para o tratamento do controle do crescimento tumor precisam ser analisados novamente para o controle dos sintomas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

As pessoas que enfrentam câncer terminal sentem uma dor e uma solidão enorme, muitas vezes associada à depressão e a um sentimento de “vazio”. Além de serem cuidadas, estas pessoas precisam carinho, principalmente porque está vivendo um período na sua vida marcado por emoções negativas como a tristeza, a ansiedade, a revolta e o medo.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Rezende, Vera Lucia. Reflexões sobre a vida e a morte. Campinas (SP), 1º edição: Juruã, 2000. Disponível em: <www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8362>. Acesso em: 02 out. 2009.

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